Atlas da Violência 2019

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Por FBSP e IPEA: Neste Atlas da Violência 2019, produzido pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), construímos e analisamos inúmeros indicadores para melhor compreender o processo de acentuada violência no país. Os números de óbitos são contabilizados a partir da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) como eventos que envolvem agressões e óbitos provocados por intervenção legal (códigos X85-Y09 e Y35-Y36). A Classificação Internacional de Doenças é publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e padroniza a codificação de doenças e mortalidade por causas externas em todo o mundo desde 1893. Os dados divulgados referem-se ao período de 2007 a 2017, considerando as informações mais recentes tabuladas pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e divulgadas no site do Departamento de Informática do SUS – DATASUS.

Luís Antônio Francisco de Souza

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Cursou Graduação (1987) e Licenciatura (1994) em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo. Cursou mestrado (1992) e Doutorado (1998) em Sociologia na Universidade de São Paulo, com Estágio Sanduíche na Universidade de Toronto, Canadá (1995-1996), sob supervisão de Robert W. Shirley. Pesquisador na área de História da Polícia Civil, Processo Criminal, Violência Policial, Controle Externo sobre a Polícia, Políticas de Segurança Pública, Políticas Locais de Segurança, Violência e Direitos Humanos. É Livre-Docente na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Unesp, campus de Marília, atuando nos cursos de Graduação em Ciências Sociais e no curso de Pós-Graduação em Ciências Sociais, no nível de mestrado e de doutorado, tendo orientado várias dissertações de mestrado, teses de doutorado e supervisões de pós-doutorado. Disciplinas lecionadas na Graduação: Teoria Sociológica II e Sociologia do Conhecimento. Disciplina lecionada na Pós-Graduação: Reflexões sobre Crime, Violência e Punição. É coordenador científico do Observatório de Segurança Pública (OSP), do Observatório da Condição Juvenil (OCJovem), do Grupo de Estudos em Segurança Pública (GESP) e do Grupo de Estudos da Condição Juvenil (Gejuve). Site dos projetos e demais atividades dos grupos: www.observatoriodeseguranca.org. É líder do Grupo de Pesquisa do CNPq: Observatório de Segurança Pública. Foi chefe do Departamento de Sociologia e Antropologia (2009-2012). Foi pesquisador visitante do IPEA ? Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, dentro do Programa de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional – PNPD, conjuntamente com a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça – SAL: Programa Pensando o Direito (2015). Coordenou pesquisas sobre vitimização da mulher no sistema de justiça criminal, edital conjunto CNPq e Secretaria de Política para Mulheres (2011-2015). Coordenou pesquisa sobre atos infracionais na Varas da Infância e Juventude em São Paulo (2011-2013). Todas as pesquisas contaram com financiamento do CNPq, da Fapesp e da Unesp. Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unesp, campus de Marília (2014-2017).

PCC, Crimes de Estado e a Politização do Crime. Com Bruno Paes Manso e Camila Nunes Dias

Com anos de pesquisas, entrevistas e reportagens, poucas pessoas foram tão fundo no esforço de entender a história, a estrutura e o significado do PCC para o país quanto Bruno e Camila. Mais do que uma facção criminal, os autores descrevem o PCC como um fenômeno complexo e intrinsecamente relacionado com as políticas de segurança pública e penal do Estado de São Paulo.

A violência no Brasil explicada por Sergio Adorno

Entrevista completa: ao ‘Nexo’, sociólogo Sergio Adorno explica as consequências da disseminação da violência na sociedade brasileira e de que maneira ela reforça as desigualdades sociais. Violência e a falta de uma política eficaz de segurança pública estão entre os problemas mais graves enfrentados pelo Brasil hoje. O Professor Titular do Departamento de Sociologia da USP e diretor do NEV (Núcleo de estudos da Violência), Sergio Adorno, fala nesta entrevista ao Nexo a respeito dessas fragilidades e mostra como elas explicitam questões estruturais da sociedade brasileira, incluindo as desigualdade social e a violência praticada pelo próprio Estado.