Essas são Agatha e as oito crianças vítimas da política de terror de Wilson Witzel no Rio de Janeiro

Por Intercept Brasil: Agatha tinha oito anos. Tomou um tiro nas costas ao lado do avô, dentro de uma Kombi, na Fazendinha, localidade do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo os moradores, policiais atiraram na direção de uma moto que passava pelo local, um tiro em direção de um alvo em movimento em um bairro populoso, as ruas estavam cheias na sexta-feira à noite.

São Paulo foi precursora da ideia de polícia como vigilância e repressão, diz sociólogo

Por Revista HCSM: Extremamente limpa, mais organizada que Paris e com diferenças estruturais que revelavam um abismo de desenvolvimento em comparação ao Rio de Janeiro, capital do Brasil na primeira metade do século 19. Assim, viajantes que passavam por São Paulo descreviam a cidade.

Apesar da queda nos homicídios, reformas na segurança pública seguem urgentes

Por G1: Os dados divulgados pelo Monitor da Violência, parceria entre o G1, o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, indicam que vários estados do país parecem estar rumo à consolidação de uma tendência na redução dos crimes violentos letais intencionais.

Desmilitarizar ou não desmilitarizar? A visão de um Policial Militar

Por Justificando: A primeira coisa que é importante ressaltar é que não existe somente um tipo de instituição militarizada. A polícia militar do interior da França possui um militarismo diferente do militarismo das polícias do Brasil, que é diferente do militarismo do exército brasileiro, que é diferente do militarismo da China Maoísta, por exemplo.

Sob Witzel, policiais já respondem por quase metade de mortes violentas na região metropolitana do Rio

Por El País Brasil: Agentes mataram 194 pessoas em julho em todo o Estado, segundo dados oficiais. É a maior cifra para um mês desde 1998. Governo Witzel já assumiu 1.075 mortes de janeiro a julho deste ano.