Entrevista com Acácia Maria Maduro Hagen

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Através de concurso público para o cargo de Historiógrafa, sou servidora estadual desde 1992, tendo trabalhado no Arquivo Público, no Arquivo Histórico e no Museu de Arte do Estado do Rio Grande do Sul. Em janeiro de 2000 vim para a Academia de Polícia Civil, inicialmente para organizar o arquivo da instituição. Atualmente, coordeno a disciplina de Sociologia da Violência e da Criminalidade e desenvolvo, junto com as sociólogas Aida Griza e Letícia Schabbach, atividades de pesquisa na área de sociologia do trabalho de polícia judiciária (essa expressão é de Laurent Mucchielli, achei muito adequada ao nosso enfoque).

Entrevista com Márcia Esteves de Calazans

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Pesquisadora com o Prêmio CLACSO-Asdi (2010-2012) do Conselho Latino-americano de Ciências Sociais e Agência Sueca de Desenvolvimento Internacional com o projeto: “Mulheres Policiais – Um estudo sobre a participação de mulheres nos quadros das policias ostensivas em países da América Latina: Guatemala, El Salvador, Honduras e Nicarágua.

Entrevista com Rita de Cássia Biason

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Atualmente é professora assistente doutora na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Campus de Franca, onde coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Corrupção.]]>

Entrevista com Alice Bianchini

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Alice Bianchini é Doutora em Direito Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2000). Foi Professora do Departamento de Direito Penal da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo – USP (1997-2000). É Presidente do Instituto Panamericano de Política Criminal – IPAN e Coordenadora Geral dos Cursos de Especialização TeleVirtuais da Unisul/Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes – Rede LFG. Possui inúmeros livros e artigos publicados.

Entrevistas com Delegada Rossana Camacho

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Esta entrevista foi concebida para divulgar ações e tendências de segurança, justiça, direitos das mulheres e de enfrentamento a violência doméstica no Brasil, convidando os leitores a apreciar a experiência trazida particularmente nesta delegacia. A entrevista é uma oportunidade para diagnosticar boas práticas e problemas relativos ao atendimento das vítimas da violência doméstica no país.