Notícia da imprensa (Folha Online, 17/07/2010).
Crimes brutais como o caso Bruno costumam trazer à cena a caracterização do suspeito como "psicopata".
Para Daniel Martins de Barros, do núcleo de Psiquiatria Forense do Instituto de Psiquiatria da USP, "diagnosticar" transtornos psiquiátricos dessa forma é um desserviço à sociedade.
Ele diz que rotular comportamentos não ajuda a buscar soluções para o crime, e aproveita para criticar o determinismo biológico, corrente segundo a qual as causas do ato criminoso estão em configurações do cérebro ou de genes.



