Pronasci em números
Nos últimos anos, não podemos criticar os governos da União por falta de recursos para a área da segurança pública. Mesmo diante da possiblidade de cortes em recursos no orçamento da União de 2009 em decorrência da crise global, nunca na história do país houve tanto dinheiro para a área e nunca esses recursos puderam ser divulgados publicamente. Veja aqui alguns números do Pronasci e da sua grandiosidade. Tantos recursos apelam para que as Organizações da Sociedade Civil e profissionais da área façam seu papel cidadão e fiscalizem seu uso adequado e acompanhem os resultados.
Investimento
R$ 483 milhões do orçamento do MJ/2007 (descontigenciados)
Total: R$ 6,707 bilhões
Ações Comunitárias
Mulheres da Paz
Jovens
Reservista Cidadão
Ações Policiais
Bolsa-Formação
Habitação
Sistema Prisional
41 mil vagas novas para homens e 5,4mil para mulheres (atendimento educacional, profissionalizante e de cidadania)
Metas Gerais
Beneficiar, direta ou indiretamente, 3,5 milhões de pessoas entre profissionais de segurança pública, jovens e suas famílias
R$ 1,406 bilhões em 2008
R$ 1,406 bilhões em 2009
R$ 1,406 bilhões em 2010
R$ 1,406 bilhões em 2011
Destes, R$ 600 milhões/ano são para o Bolsa-Formação, de 2008 a 2012
1.325 mulheres serão atingidas por ano
5.300 mulheres serão atingidas até 2011
193.500 bolsas no total de R$ 36,765 milhões até 2011
425 mil jovens entre 15 e 29 anos serão atingidos pelas diversas ações do Pronasci,
63 mil reservistas serão atingidos até 2011
Total de R$ 63,612 milhões disponibilizados em bolsas até 2011
225 mil policiais civis, militares, bombeiros, peritos e agentes penitenciários de baixa renda
41 mil policiais civis, militares, bombeiros, peritos e agentes penitenciários de baixa renda via Caixa Econômica Federal (CEF);
Cerca de 19 mil cartas de crédito de R$ 30 a R$ 50 mil para policiais de renda média
R$ 7 milhões para estabelecimento penal feminino (256 vagas)
R$ 12 milhões para estabelecimento penal masculino voltado aos jovens entre 18 e 24 anos (421 vagas)
Buscar a redução do número de homicídios, dos atuais 29 por 100 mil habitantes para 12 homicídios por 100 mil habitantes, nos próximos quatro anos.



