Apesar da queda nos homicídios, reformas na segurança pública seguem urgentes

Por G1: Os dados divulgados pelo Monitor da Violência, parceria entre o G1, o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, indicam que vários estados do país parecem estar rumo à consolidação de uma tendência na redução dos crimes violentos letais intencionais.

Sob Witzel, policiais já respondem por quase metade de mortes violentas na região metropolitana do Rio

Por El País Brasil: Agentes mataram 194 pessoas em julho em todo o Estado, segundo dados oficiais. É a maior cifra para um mês desde 1998. Governo Witzel já assumiu 1.075 mortes de janeiro a julho deste ano.

OAB Nacional e várias entidades lançam Mesa Nacional de Diálogo contra a Violência

Por Folha de São Paulo: O Conselho Federal da OAB sediou nesta quinta-feira (15) a Mesa Nacional de Diálogo Contra a Violência. O objetivo da mesa é reunir setores da sociedade civil para debater soluções para o crescimento da violência no Brasil e abrir um diálogo nacional em torno do clima de intolerância que cresce no país

Proposta normatiza proteção em caso de violência contra a população LGBTI+

Por Câmara dos Deputados: O Projeto de Lei 2653/19 cria mecanismos para proteção de pessoas em situação de violência baseada na orientação sexual, identidade de gênero, expressão de gênero ou características biológicas ou sexuais. A proposta, do deputado David Miranda (Psol-RJ), tramita na Câmara dos Deputados.

Luis Fernando de Castro Vascon

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Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Estadual Paulista – UNESP. Membro do GESP – Grupo de Estudos em Segurança Pública orientado pelo Professor Doutor Luis Antônio Francisco de Souza. Atua em conjunto ao Núcleo de Ensino da UNESP de Marília, na elaboração de materiais didáticos, pesquisas e promoção na utilização de tecnologias da informação e comunicação no ensino de sociologia. (Texto informado pelo autor)

Atlas da Violência 2019

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Por FBSP e IPEA: Neste Atlas da Violência 2019, produzido pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), construímos e analisamos inúmeros indicadores para melhor compreender o processo de acentuada violência no país. Os números de óbitos são contabilizados a partir da Classificação Internacional de Doenças (CID-10) como eventos que envolvem agressões e óbitos provocados por intervenção legal (códigos X85-Y09 e Y35-Y36). A Classificação Internacional de Doenças é publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e padroniza a codificação de doenças e mortalidade por causas externas em todo o mundo desde 1893. Os dados divulgados referem-se ao período de 2007 a 2017, considerando as informações mais recentes tabuladas pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e divulgadas no site do Departamento de Informática do SUS – DATASUS.