Onisciente: a série que ajuda a repensar a segurança pública

Por Thainá Sales: Onisciente (2020) é uma série brasileira da Netflix, dirigida por Isabel Valiante e Júlia Pacheco Jordão, que apresenta uma sociedade vigiada 24h por dia, gravada por micro-drones capazes de registrarem qualquer infração a segurança pública[2]. Assim, devido ao medo da população em relação ao sistema, o índice da criminalidade supostamente cai, e todas as irregularidades são registradas por um computador central, tendo níveis diferentes de punição (como multas ou a própria prisão). Deste modo, a “privacidade” dos indivíduos não seria quebrada, uma vez que a vigilância seria completamente automatizada. Funcionando há décadas, o sistema é um “exemplo” às cidades vizinhas, como uma referência no controle da criminalidade.

Governo zera repasses a programa de combate à violência contra a mulher

Por UOL: O principal programa do governo federal de combate à violência contra a mulher ficou sem um único centavo em 2019. A “Casa da Mulher Brasileira” tinha como objetivo inicial construir ao menos uma unidade de atendimento integrado, por estado, para aquelas que sofrem com agressões físicas e psicológicas.

Resenha: Aproximações da série Irmandade com o Primeiro Comando da Capital

A série “Irmandade” (2019) é produzida pela empresa de filmes e séries via streaming “Netflix”, pela direção de Pedro Morelli o responsável de produzir essa série. O conteúdo dessa produção é um drama que conta a narrativa de uma organização dos presos dentro do sistema penitenciário paulista. Segundo o diretor, a ‘facção’ “Irmandade” não teve um baseamento direto de uma facção da realidade, ou seja, a invenção da irmandade não tinha um alinhamento com qualquer organização dos presos que existe na vida real. Entretanto, o diretor afirma que para criar a organização, teve um estudo detalhado sobre a ética, normas, condutas e linguagens que muitos comandos utilizam nas suas próprias relações no Brasil. O intuito dessa resenha é justamente analisar, apontamentos intrínsecos entre a facção Irmandade e o Primeiro Comando da Capital (PCC). 

Monitor da Violência: assassinatos caem em 2019, mas letalidade policial aumenta; nº de presos provisórios volta a crescer

Por G1: Dados de ferramenta criada pelo G1 mostram uma queda de 22% no número de homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte em 9 meses. Em contrapartida, as mortes decorrentes de intervenção policial cresceram no 1º semestre do ano. No sistema carcerário, a superlotação aumentou e o percentual de provisórios ficou maior.