Resenha: Police, au coeur du chaos

Marion BARTHE – Discente de Letras Francês com especialização em comércio na…

Marion BARTHE – Discente de Letras Francês com especialização em comércio na…

Por The Intercept Brasil: Em abril deste ano, políticos de esquerda organizaram um evento na Câmara do Rio de Janeiro em homenagem à Revolução Cubana, com a presença de cônsules cubanos. O policial militar Gabriel Monteiro, de 25 anos, youtuber e integrante do MBL, foi lá para provocar os participantes.

Por Carta Capital: Hoje, só há uma única coisa a ser dita sobre a prisão por quem está fora dela: ela é intolerável. Ao passo que aos que estão presos, cabe exercer o único dever de quem se encontra encarcerado: fugir!

Por The Intercept Brasil: Do lado de dentro do enorme muro pintado de bege, a piscina só serve de enfeite. Ninguém pode usar. Ali não há João, Pedro, Marcelo: os nomes de registro foram substituídos por números de identificação. Quem não decora o seu número corre o risco de apanhar, já que não atenderá quando for chamado. A solução é anotar os dígitos nas mãos e repetir a informação até decorar.

Por Intercept Brasil: Agatha tinha oito anos. Tomou um tiro nas costas ao lado do avô, dentro de uma Kombi, na Fazendinha, localidade do Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo os moradores, policiais atiraram na direção de uma moto que passava pelo local, um tiro em direção de um alvo em movimento em um bairro populoso, as ruas estavam cheias na sexta-feira à noite.

Por Observatório do Terceiro Setor: Em 2018, 104 policiais civis e militares no Brasil cometeram suicídio, e 87 foram mortos em horário de trabalho.

Por Revista HCSM: Extremamente limpa, mais organizada que Paris e com diferenças estruturais que revelavam um abismo de desenvolvimento em comparação ao Rio de Janeiro, capital do Brasil na primeira metade do século 19. Assim, viajantes que passavam por São Paulo descreviam a cidade.

Por Fórum Brasileiro de Segurança Pública: O Anuário Brasileiro de Segurança Pública se baseia em informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, pelo Tesouro Nacional, pelas polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública.

Por UOL: Policiais civis e militares mataram 6.220 pessoas durante intervenções, em serviço ou na folga no decorrer do ano de 2018.

O longa investiga o modelo de aplicação da lei e da ordem na França, expondo as cenas de violência durante as manifestações dos “coletes amarelos”, um movimento contra o aumento dos preços dos combustíveis e do alto custo de vida. Portanto, questionando se a polícia passou dos “limites” para conter os manifestantes.