Luís Antônio Francisco de Souza

Cursou Graduação (1987) e Licenciatura (1994) em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo. Cursou mestrado (1992) e Doutorado (1998) em Sociologia na Universidade de São Paulo, com Estágio Sanduíche na Universidade de Toronto, Canadá (1995-1996), sob supervisão de Robert W. Shirley. Pesquisador na área de História da Polícia Civil, Processo Criminal, Violência Policial, Controle Externo sobre a Polícia, Políticas de Segurança Pública, Políticas Locais de Segurança, Violência e Direitos Humanos. É Livre-Docente na Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Unesp, campus de Marília, atuando nos cursos de Graduação em Ciências Sociais e no curso de Pós-Graduação em Ciências Sociais, no nível de mestrado e de doutorado, tendo orientado várias dissertações de mestrado, teses de doutorado e supervisões de pós-doutorado. Disciplinas lecionadas na Graduação: Teoria Sociológica II e Sociologia do Conhecimento. Disciplina lecionada na Pós-Graduação: Reflexões sobre Crime, Violência e Punição. É coordenador científico do Observatório de Segurança Pública (OSP), do Observatório da Condição Juvenil (OCJovem), do Grupo de Estudos em Segurança Pública (GESP) e do Grupo de Estudos da Condição Juvenil (Gejuve). Site dos projetos e demais atividades dos grupos: www.observatoriodeseguranca.org/. É líder do Grupo de Pesquisa do CNPq: Observatório de Segurança Pública. Foi chefe do Departamento de Sociologia e Antropologia (2009-2012). Foi pesquisador visitante do IPEA ? Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, dentro do Programa de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional - PNPD, conjuntamente com a Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça - SAL: Programa Pensando o Direito (2015). Coordenou pesquisas sobre vitimização da mulher no sistema de justiça criminal, edital conjunto CNPq e Secretaria de Política para Mulheres (2011-2015). Coordenou pesquisa sobre atos infracionais na Varas da Infância e Juventude em São Paulo (2011-2013). Todas as pesquisas contaram com financiamento do CNPq, da Fapesp e da Unesp. Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unesp, campus de Marília (2014-2017).

PCC, Crimes de Estado e a Politização do Crime. Com Bruno Paes Manso e Camila Nunes Dias

Com anos de pesquisas, entrevistas e reportagens, poucas pessoas foram tão fundo no esforço de entender a história, a estrutura e o significado do PCC para o país quanto Bruno e Camila. Mais do que uma facção criminal, os autores descrevem o PCC como um fenômeno complexo e intrinsecamente relacionado com as políticas de segurança pública e penal do Estado de São Paulo.

A violência no Brasil explicada por Sergio Adorno

Entrevista completa: ao ‘Nexo’, sociólogo Sergio Adorno explica as consequências da disseminação da violência na sociedade brasileira e de que maneira ela reforça as desigualdades sociais. Violência e a falta de uma política eficaz de segurança pública estão entre os problemas mais graves enfrentados pelo Brasil hoje. O Professor Titular do Departamento de Sociologia da USP e diretor do NEV (Núcleo de estudos da Violência), Sergio Adorno, fala nesta entrevista ao Nexo a respeito dessas fragilidades e mostra como elas explicitam questões estruturais da sociedade brasileira, incluindo as desigualdade social e a violência praticada pelo próprio Estado.

V Seminário Nacional de Estudos Prisionais e Punição

Os Seminários Nacionais sobre Estudos Prisionais são espaço privilegiado para a discussão do sistema prisional brasileiro em suas diferentes dimensões. Além disso, os Seminários contribuem decisivamente para a formação de uma base de conhecimento e de formação de pesquisadores na área dos estudos prisionais, ainda em desenvolvimento e emergência da pesquisa nacional.

Entrevista com Hélio Pereira Bicudo

Hélio Pereira Bicudo foi um jurista e político. Foi deputado estadual e vice-prefeito da cidade de São Paulo. Ficou famoso ao denunciar os crimes do Esquadrão da Morte em São Paulo. Em 2000, foi empossado como presidente da Comissão Internamericana de Direitos Humanos. Teve papel de destaque na luta contra violações de direitos humanos durante o período da ditadura no Brasil e fez parte da Comissão de Justiça e Paz e da Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos. Faleceu em 2018.