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Representação de candidatos militares no Facebook: um estudo de caso dos deputados Pazuello e Zucco

O Brasil tem presenciado um aumento significativo no número de candidatos provenientes de instituições de segurança, particularmente das Forças Armadas, o que ressalta a crescente participação desses atores no cenário político nacional. Este ensaio tem como objetivo analisar a autorrepresentação dos deputados federais General Eduardo Pazuello (PL-RJ) e Tenente-Coronel Luciano Zucco (PL-RS), candidatos à reeleição e com vínculos militares, em suas interações nas redes sociais digitais. A investigação busca verificar se o conteúdo compartilhado nessas plataformas se alinha com suas pautas e comportamentos legislativos na Câmara dos Deputados. O ensaio concentra-se em avaliar a congruência entre a narrativa construída pelos candidatos nas redes sociais e suas ações efetivas no parlamento, a fim de determinar se a imagem projetada online reflete com precisão suas práticas políticas ou se é predominantemente uma estratégia eleitoral para atrair eleitores. Para tanto, adota-se uma metodologia de análise qualitativa das representações discursivas, fundamentada na teoria de Pierre Bourdieu, possibilitando uma avaliação crítica das mensagens disseminadas pelos candidatos em comparação com suas posturas e decisões políticas. Esta abordagem oferece uma reflexão detalhada sobre a coerência entre a presença digital e a atuação legislativa desses representantes das Forças Armadas.

Especialista fala sobre a disputa de facções no interior de SP entre Bonde do Magrelo e Primeiro Comando da Capital (PCC)

Eduardo Armando Medina Dyna é doutorando em sociologia pela UFSCar, pesquisador do Observatório de Segurança Pública e especialista nas dinâmicas do crime organizado em São Paulo, analisa as disputas entre o Bonde do Magrelo e PCC em Rio Claro e região central do Estado de São Paulo.

O que é “Narcoterrorismo”?

A entrevista é com Eduardo Dyna, mestre em Ciências Sociais e pesquisador do Observatório de Segurança Pública da Unesp. Em artigo recém-publicado, o pesquisador busca evidenciar a fragilidade no uso desses termos, e de que forma grupos políticos exploram as contradições na segurança pública em benefício próprio.

“O PCC e o CV não querem um narco-estado. As condições atuais já são positivas para eles”

Os pesquisadores Vinícius Figueiredo e Eduardo Dyna, do Observatório de Segurança Pública e Relações Comunitárias, participaram de uma entrevista para o Jornal da UNESP, discutindo sobre temas relacionados as disputas entre o Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho, Segurança…

Os acordos da trégua entre PCC e CV: Mudanças na conjuntura político-criminal das facções no Brasil

O OSP traz uma nova pesquisa sobre as dinâmicas das organizações criminais do Brasil. Este artigo tem como objetivo, explorar o período que entrou em vigor o salve da trégua entre o PCC e CV, que totalizou quase 3 meses de aceno para uma retomada ao diálogo, investigando quais foram as limitações, disputas e acordos deste evento em diversas regiões do Brasil.

Os acordos da trégua entre PCC e CV. O fim de uma velha aliança: expansão, internacionalização e conflitos

O Observatório de Segurança Pública e Relações Comunitárias (OSP) traz como objetivo, uma investigação preliminar dos acontecimentos do processo de trégua entre o PCC e o CV. Serão efetuados dois artigos sobre esse tema, sendo este, o primeiro, discutindo o processo da ruptura da guerra entre as facções em 2016, a expansão para rotas comerciais no Paraguai e outros países vizinhos ao Brasil, a formação das alianças criminais e as condições de massacres ao longo deste período violento.